RedeTV! é Condenada a Indenizar Casal Lésbico por Discriminação no "Superpop"
A RedeTV! foi condenada pela 2ª Vara Cível da cidade de Barueri a indenizar em R$ 37.200 um casal de lésbicas, que participou em 2002 do programa “Superpop”, de Luciana Gimenez.
Na ocasião, as parceiras Valéria Busin e Renata Junqueira participaram da atração que tinha como pauta o combate ao preconceito à união homossexual.
No entanto, elas disseram que foram submetidas a um debate “em clima hostil e desrespeitoso”, sendo exposta a uma situação vexatória para milhares de espectadores.
As duas relataram que, durante o programa, surgiram discussões, com palavrões, um “show bizarro”, causando-lhes dano moral, já que são ‘lésbicas, militantes e defensoras da cidadania dos gays, lésbicas e transgêneros’.
No processo, Valéria e Renata acusam a produção do programa de ter premeditado e estimulado toda a confusão.
A defesa da emissora alegou que as duas moças participaram do debate por livre e espontânea vontade, e que as autoras do processo tinham a opção de não participar da atração. O argumento da defesa não convenceu o juiz Mário Sergio Leite, que decidiu por condenar a emissora.

Na ocasião, as parceiras Valéria Busin e Renata Junqueira participaram da atração que tinha como pauta o combate ao preconceito à união homossexual.
No entanto, elas disseram que foram submetidas a um debate “em clima hostil e desrespeitoso”, sendo exposta a uma situação vexatória para milhares de espectadores.
As duas relataram que, durante o programa, surgiram discussões, com palavrões, um “show bizarro”, causando-lhes dano moral, já que são ‘lésbicas, militantes e defensoras da cidadania dos gays, lésbicas e transgêneros’.
No processo, Valéria e Renata acusam a produção do programa de ter premeditado e estimulado toda a confusão.
A defesa da emissora alegou que as duas moças participaram do debate por livre e espontânea vontade, e que as autoras do processo tinham a opção de não participar da atração. O argumento da defesa não convenceu o juiz Mário Sergio Leite, que decidiu por condenar a emissora.

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